Unigranrio promove live sobre moda inclusiva, influência da China na moda brasileira e mudança de hábitos de consumo

Assessor de imprensa da Unigranrio: Alberto Corona, Email: imprensa@unigranrio.com.br

Segue mais uma reportagem para publicação no Portal - Unigranrio promove live sobre moda inclusiva, influência da China na moda brasileira e mudança de hábitos de consumo

O curso Design de Moda da Unigranrio promove palestras gratuitas com profissionais consagrados no Brasil, de 7 a 9 de junho, no evento MODA.COM, que será transmitido pelo  Canal Unigranrio/YouTube. A coordenadora desse curso na Unigranrio, Rita Quintanilha, destaca seus convidados para as conferências on-line: Silvana Louro (estilista e idealizadora da Equal Moda), Reginaldo Gil (empresário têxtil, conhecido como ‘o Homem da China’, com mais de 22 anos no ramo de importação) e Raquel Gomes (pesquisadora do Instituto Senai de Inovação e Fibras). www.unigranrio.com.br

Dia 7, às 18h - Silvana Louro, estilista e idealizadora da Equal Moda Inclusiva faz um convite sobre sua palestra “Fashionismo e mobilidade: a moda inclusiva”

Silvana Louro, que produz roupas nas versões adaptadas e convencionais, investe seu talento na busca de soluções criativas que facilitem a rotina de pessoas com necessidades especiais. “Afinal, elas são muito vaidosas, trabalham, estudam, têm filhos, namoram e levam uma vida como milhões de pessoas”, explica Sylvana.  Para essa estilista, a palavra-chave é conforto e praticidade. Muitas das produções idealizadas por ela saíram após inúmeros diálogos com fisioterapeutas e pacientes, levando-se em conta a autoestima de quem veste seus modelos. O empreendedorismo no universo da diversidade sempre foi a meta de trabalho dessa incansável empresária. Os detalhes sempre são importantes na elaboração das roupas, segundo a convidada desta live da Unigranrio. Silvana começou criando roupas para paratletas, em 2015, quando observou que esse grupo enfrentava dificuldades para vestir roupas convencionais. Seus muitos modelos atendem diferentes tipos de necessidades e também têm etiquetas em Braille.

Dia 8, às 19h - Reginaldo Gil, empresário têxtil, fala sobre o tema “A influência da China na moda brasileira”

Reginaldo Gil tem mais de 22 anos no ramo de importação de tecidos da China, com cerca de 40 anos em investimentos de moda. Atualmente, ele investe pesado como empreendedor digital, através de infoprodutos, tendo como clientes Animale, Farm, Maria Filó, Werner, Cantão, entre outros. Toda a história de sucesso começou com o pai dele, Antônio Gil, que era dono de uma fábrica de camisas. Reginaldo iniciou seus trabalhos no varejo, consagrando-se em vendas no atacado através da Regil Representações Têxteis, em Belo Horizonte (MG), com fortes investimentos em países asiáticos, iniciados na Coréia do Sul. Reginaldo, que é fã do rapper Emicida, tem uma receita para alcançar o sucesso: “Você precisa saber o que quer de sua vida e, principalmente, começar cedo a trabalhar. Todo cliente é igual, seja pequeno investidor ou grande empresário. Hoje, eu não abro mão de trabalhar em família”.

Dia 9, às 18h – Raquel Gomes, pesquisadora do Instituto Senai de Inovação e Fibras, encerra o ciclo de palestras com o tema “Economia circular e moda: desafios na mudança de hábitos de consumo”.

Raquel Gomes tem vasto currículo em sua carreira profissional. Ela, que atua como pesquisadora do Senai/Cetiqt, um dos maiores centros de geração de conhecimento da cadeia produtiva química, têxtil e de confecção, participou como Agente Local de Inovação no Programa do Sebrae-CNPq. Ela é instrutora EAD de pós-graduação lato sensu, MBA, no curso Gestão em Negócios da Moda, promovido pela Unigranrio. É pesquisadora-adjunta no Grupo de Pesquisa Ostra, com passagem por indústrias criativas, Terceiro Setor, além de participação em diversos projetos sociais de iniciação científica, extensão e pesquisa. Raquel acumula experiência em atividades de consultoria técnica, inovação e educação empreendedora. A maioria das pessoas, nesses tempos de pandemia, entendeu que o consumo exagerado poderia ser substituído, fazendo-se entender que a reflexão daria melhor qualidade de vida a partir de hábitos comuns, como compra de roupas, carros e tantos produtos de consumo. E a moda foi um dos setores mais atingidos neste período de isolamento social. Não é de hoje que o mercado da moda vem passando por altas transformações, muito por conta do perfil dos consumidores.

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