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ISSN 1980-2676

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Artigos

  • FEBRE MACULOSA: REVISÃO DE LITERATURA – ARTIGO DE REVISÃO
    LEANDRO MARCELLO G. DA FONSECA, ANDRÉ VIANNA MARTINS

    Palavras-chave
    Febre Maculosa; rickettsiose; etiopatogenia; epidemiologia.
      Resumo

    O presente trabalho descreve as principais características taxionômicas e biológicas dos carrapatos vetores da Febre Maculosa, assim como as características desta doença como rickettsiose, seu conceito e história e de seu agente etiológico a bactéria Rickettsiae rickettsii. A pesquisa enfatiza a importância epidemiológica da Febre Maculosa, relatando historicamente os casos ocorridos, as regiões de maior prevalência e sua relevância como zoonose potencialmente letal. Este trabalho descreve ainda a necessidade de um diagnóstico precoce, as principais técnicas, incluindo aquelas para isolamento do agente etiológico e a importância de se observar e seguir as normas gerais de diagnóstico de laboratório das rickettsioses, pois existe uma grande susceptibilidade de contágio na sua manipulação. Destaca também o uso dos antibióticos no tratamento da Febre Maculosa, além das orientações para as medidas preventivas urgentes, especialmente através do combate ao vetor, evitando assim a ocorrência de casos graves e fatais da doença.

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  • As diversas aplicabilidades da Genética Molecular no século XXI: Uma nova era nas Ciências biológicas – ARTIGO DE REVISÃO
    Luciana Cresta de Barros Dolinsky

    Palavras-chave
    Genética Molecular, Aplicações, Saúde e Ambiente.
      Resumo

    A Genética Molecular está promovendo uma revolução no estudo das Ciências Biológicas. Métodos mais eficientes para identificação e preservação de espécies animais e vegetais, diagnóstico pré-implantacional de embriões humanos, perspectivas inovadoras na prevenção e tratamento de doenças são algumas das aplicações da biologia molecular no século XXI. Estamos vivendo uma nova era: A era da genética molecular na Ciência.

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  • LEVANTAMENTO DE PALMEIRAS (ARECACEAE) CULTIVADAS NA UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO, CAMPUS I – DUQUE DE CAXIAS, RIO DE JANEIRO (BRASIL)
    JOÃO RODRIGUES MIGUEL, MARIA ALICE MARIANO DA SILVA, JANE CRISTINA CORRÊA DUQUE

    Palavras-chave
    Taxonomia; espécies de palmeiras; paisagismo.
      Resumo

    Palmeira é o nome popular dos representantes da família das Arecáceas, que possui cerca de 2500 espécies. No Brasil habita os ecossistemas Floresta Amazônica, Floresta Atlântica, Cerrado entre outros. Através da literatura clássica e especifica foram identificados exemplares dos gêneros Attalea, Coccothrinax, Cocos, Dypsis, Euterpe e Roystonea. Este trabalho tem como proposta apresentar os nomes vulgares, científicos, descrições, origem e importância das palmeiras cultivadas na Universidade do Grande Rio (campus I). Através dos conhecimentos divulgados a comunidade universitária e aos visitantes, procura-se despertar o interesse pela preservação e desenvolvimento de estudos mais avançados no grupo.

     Texto Completo
  • PTERIDOFLORA DA ESTAÇÃO ECOLÓGICA ESTADUAL DO PARAÍSO RIO DE JANEIRO, BRASIL – RESULTADOS PRELIMINARES
    CARLOS EDUARDO SILVA JASCONE, JOÃO RODRIGUES MIGUEL

    Palavras-chave
    Rio de Janeiro, Estação Ecológica Estadual do Paraíso, Floresta Atlântica, Florística, Pteridófita
      Resumo

    Este trabalho objetiva contribuir uma contribuição para o conhecimento das pteridófitas e seus aspectos ecológicos no estado do Rio de Janeiro, através do levantamento das pteridófitas na Estação Ecológica Estadual do Paraíso, área remanescente de Floresta Atlântica. Para o desenvolvimento do trabalho realizaram-se diversas coletas, no período de nove meses, acompanhando as estações chuvosa e seca. Foram coletados 250 espécimes e registradas 102 espécies, distribuídas em 45 gêneros e 20 famílias: Polypodiaceae (23 spp.), Pteridaceae (16 spp.), Dryopteridaceae (15 spp.), Aspleniaceae (8 spp.), Anemiaceae (5 spp.), Thelypteridaceae (5 spp.), Woodsiaceae (5 spp.), Blechnaceae (4 spp.), Cyatheaceae (4 spp.), Marattiaceae (3 spp.), Glecheniaceae (2 spp.), Lindsaeaceae (2 spp.), Lomariopsidaceae (2 spp.), Selaginellaceae (2 spp.), Dennstaedtiaceae (1 spp.), Hymenophyllaceae (1 spp.), Lycopodiaceae (1 spp.), Lygodiaceae (1 spp.), Saccolomataceae (1 spp.) e Tectariaceae (1 spp.). Observou-se um predominio de herbáceas, ciliares.

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  • PTERIDÓFITAS DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL DE NOVA IGUAÇU, RIO DE JANEIRO: PRIMEIROS RESULTADOS
    CARLOS EDUARDO SILVA JASCONE, JOÃO RODRIGUES MIGUEL

    Palavras-chave
    Rio de Janeiro, Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu, Floresta Atlântica, Florística, Pteridófita
      Resumo

    Neste estudo foi realizado um levantamento preliminar das pteridófitas do Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil. Uma área remanescente de Floresta Atlântica. Para o conhecimento das pteridófitas e seus aspectos ecológicos no estado do Rio de Janeiro, foram feitas diversas coleta no período de três anos, como resultados obteve-se 121 espécimes. O trabalho de campo acompanhou as estações chuvosa e seca. Registrou-se 49 espécies, distribuídas em 32 gêneros e 17 famílias: Pteridaceae (10 spp.), Polypodiaceae (8 spp.), Dryopteridaceae (5 spp.), Blechnaceae (4 spp.), Aspleniaceae (3 spp.), Gleicheniaceae (3 spp.), Selginellaceae (3 spp.), Anemiaceae (2 spp.), Hymenophyllaceae (2 spp.), Thelypteridaceae (2 spp.), Cyatheaceae (1 spp.), Dennstaedtiaceae (1 spp.), Lindsaeaceae (1 spp.), Lomariopsidaceae (1 spp.), Lygodiaceae (1 spp.), Marattiaceae (1 spp.) e Saccolomataceae (1 spp.). Predominaram as espécies herbáceas, encontradas geralmente em barrancos.

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  • HISTOLOGIA DO TEGUMENTO EM CEBUS ROBUSTUS (SILVA JR., 2001) E CEBUS XANTHOSTERNOS (WIED-NEUWIED, 1826): CATIVOS, CEBIDAE - PRIMATES
    FLAVIA BARRETO FERREIRA, CARLOS HENRIQUE DE FREITAS BURITY, ALCIDES PISSINATTI

    Palavras-chave
    1-Primatas Neotropicais; 2- Cebus robustus; 3- Cebus xanthosternos; 4- Pele.
      Resumo

    A conservação de espécies ameaçadas de extinção depende da concretização de projetos e subprojetos por órgãos ambientalistas e governos. Os Cebus habitam quase toda a região neotropical, seu habitat é o mais diversificado dos primatas do novo mundo, adaptando-se a uma alimentação onívora grandemente variada. A pele dos Cebídeos apresenta características peculiares, fato que nos chamou a atenção e estimulou a realização deste estudo em populações ex situ. Neste projeto, propomos explorar o tegumento em Cebus robustus e Cebus xanthosternos, cativos, inferindo sobre possíveis relações cronológicas, sexuais, sociais e morfométricas. Serão utilizados fragmentos da pele, obtidos por biópsia, que serão processados através de técnicas histológicas de rotina para a microscopia de luz. Os dados obtidos servirão de base para o avanço do estudo da biologia destes símios com o intuito de melhor compreender os animais cativos e seus aspectos morfológicos, com vistas à no futuro extrapolar tais dados para animais selvagens e traçar novos paralelos, principalmente com vistas ao conhecimento e conservação destas formas de primatas. Com a obtenção dos resultados da pesquisa podemos afirmar que, a epiderme se apresentava na maioria dos casos com uma composição celular de cerca de 4 a 6 camadas de células. Sendo que a camada basal e a córnea são bem marcadas, enquanto a espinhosa e granulosa indistinguíveis, sendo caracterizadas como uma camada intermediária. Já a derme se apresentava estruturada de maneira típica – papilar e reticular. O tecido conjuntivo desta região, bem vascularizado, apresentava uma interface com a epiderme ondulada, diferindo um pouco do caráter quase plano, típico, de pele delgada. Na derme reparamos ainda a presença de glândulas e do aparato piliosebáceo. Outros estudos são necessários para que possamos correlacionar com as projeções filiformes encontradas na epiderme, fato ainda não encontrado na literatura, relativo ao tegumento destes animais. Neste estudo preliminar não foram feitas maiores inferências sobre as fibras do conjuntivo da derme. O que poderá trazer novas conjecturas a luz do desconhecimento da estrutura histológica do tegumento destes símios. Nenhum resultado encontrado no tegumento de Cebus aqui neste estudo se confronta com o que já fora mencionado pelos autores no estudo da derme onde estas glândulas se acham inseridos. E nenhuma diferença histológica significativa foi observada entre as duas formas de Cebus estudadas, que justifique uma análise separada destas.

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  • CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA
    VIVIANE NASCIMENTO DA SILVA, PATRÍCIA DOMINGOS

    Palavras-chave
    de água, aproveitamento de água pluvial, escassez de água.
      Resumo

    A captação e o armazenamento de água de chuva como água potável não é uma idéia nova, sendo, durante algum tempo, ignorado por planejadores do setor público e privado. Hoje, no entanto, já existem projetos e leis que incentivam o uso da água de chuva. Mesmo assim a captação de água de chuva, se introduzida em grande escala e aliada à conscientização dos usuários, pode aumentar o abastecimento existente de água a um custo relativamente baixo, permitindo beneficiar muitas famílias, amenizando os impactos da estiagem em áreas rurais e ainda a redução das enchentes urbanas.

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  • ESTUDOS TAXONÔMICOS E MORFOLÓGICOS DE UMA NOVA ESPÉCIE DE CECIDOMVIIDAE (DIPTERA) INDUTORA DE GALHAS EM Tetrapteris Phlomoides (MALPIGHIACEAE)
    LETICIA IENDRIKE DE SOUSA, VALÉRIA CID MAIA

    Palavras-chave
    Aphondyliini, Cecidomyiidae, Galha, Malpighiaceae, Schizomyia e Tetrapteris.
      Resumo

    Uma nova espécie de Cecidomyiidae (Diptera) indutora de galhas em Tetrapteris phlomoides (Malpighiceae) é descrita nas fases de pupa, macho e fêmea. Esta espécie foi incluída na tribo Aphondyliini por apresentar flagelômeros cilíndricos com circunfilos conectados em ambos os sexos, macho com gonóstilo curto, fêmea com esternito 7 pelo menos 1,5 vezes maior que o precedente. Foi incluída no gênero Schizomyia Kieffer, 1889 por apresentar ovipositor aciculado e palpo com quatro artículos. Esse gênero, com ampla distribuição geográfica, está representado na região Neotropical por apenas sete espécies, incluindo essa. No mundo, são conhecidas 48. Trata-se do primeiro registro de galhas de Schizomyia em Malpighiaceae. A espécie nova foi descrita com base em material coletado na restinga da Barra de Maricá (Maricá, RJ) e diferencia-se de todas as demais principalmente por apresentar circunfilos sinuosos no macho e reticulados na fêmea, primeiros tarsômeros com esporão apical e empódio rudimentar. A galha desta espécie desenvolve-se a partir de gemas laterais e apicais, e adquire a forma de uma roseta de folhas atrofiadas com pequenos tubos na base, no interior dos quais a larva galhadora se cria.

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  • O GUANO DO ANDORINHÃO, Streptoprocne biscutata, (AVES, APODIFORMES, APODIDAE)
    PAULO ANIZIO DE SOUSA SILVA PONTES, LOHENGRIN DIAS DE ALMEIDA FERNANDES, DANTE LUIZ MARTINS TEIXEIRA

    Palavras-chave
    Aves. Guano. Andorinhão. Streptoprocne biscutata. Brasil.
      Resumo

    O presente trabalho é resultado de uma pesquisa baseada em material pertencente ao Setor de Ornitologia do Museu Nacional-UFRJ, o qual seria comparado a resultados publicados sobre a origem e valor dos depósitos de guano de aves marinhas existentes no litoral brasileiro. Devido a seu caráter preliminar, essa proposta limita-se a descrever o aspecto físico do guano proveniente do andorinhão-de-coleira (Streptoprocne biscutata), além de reunir as poucas observações disponíveis sobre essa substância no mundo. Nesse sentido, o guano dos andorinhões que se acumula em grutas no nordeste do Brasil pode se converter em um rico adubo orgânico capaz de ser utilizado como recurso natural renovável.

     Texto Completo
  • ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS
    FREDERICO REIS DA COSTA, MONICA TERERA PRANTERA

    Palavras-chave
    Proteção ambiental - educação ambiental para se evitar um colapso.
      Resumo

    O município de Duque de Caxias tem hoje quatro unidades de conservação que são duas Área de Proteção Ambiental (APAS): A de São Bento e da Caixa d’Água, no 2º. Distrito. Um Parque Municipal, no 3º (terceiro) distrito. Este faz divisa com a APA de Petrópolis e uma unidade de conservação no 4º (quarto) distrito que é a unidade de Xerém que faz divisa com a APA de Petrópolis e a Reserva Biológica (REBIO) de Tinguá, são unidades de Proteção de flora e fauna da mata atlântica, unidades com rios que servem para captação de água. Esta é levada para a estação de tratamento no Rio para depois ser redistribuída.
    Os impactos nestas APAS são decorrentes dos atores sociais das diversas camadas, necessitando de uma educação ambiental comportamental para se evitar um colapso em nosso ecossistema, já que estas “florestas tropicais” ocupam sete por cento da massa de terra mundial” (manual global de ecologia).

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  • TOXINFECÇÃO ALIMENTAR POR Staphylococcus Aureus ATRAVÉS DO LEITE E SEUS DERIVADOS, BEM COMO O ELEVADO POTENCIAL PATOGÊNICO DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS
    ANDERSON DE SOUZA CUNHA, MARILENE RODRIGUES DA CUNHA

    Palavras-chave
    Staphylococcus aureus, enterotoxinas, mastites, saúde humana.
      Resumo

    Neste trabalho, são apresentados os principais problemas decorrentes das Toxinfecções causadas por Staphylococcus aureus e as consequências para a saúde humana da veiculação das suas toxinas através dos alimentos. O S. aureus destaca-se como um dos microrganismos mais importantes que podem ser transmitidos através dos alimentos. Assim discute-se a possibilidade de veiculação de gastrenterite estafilocócica, não somente através do consumo de leite cru contaminado, mas também do leite tratado termicamente ou de derivados lácteos contendo enterotoxinas termoestáveis. São apresentados alguns aspectos relacionados ao potencial toxigênico das cepas de S. aureus, bem como as principais características das enterotoxinas estafilocócicas.

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